Saiba Como Reduzir Parcelas de Financiamento

Liberta Assessoria Autor
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É possível reduzir as parcelas de financiamento?

Tecnicamente não é possível reduzir parcelas! Há mais de uma década em nosso país vem sendo praticada a chamada Ação Revisional de Contratos. Esta ação consiste em processar as financeiras por juros abusivos cobrados nos financiamentos de carros e motos. O que se fazia era depositar em juízo, ou seja em uma conta aberta pela justiça, o valor de parcela que se considerava justo pagar, ou seja, abatidos os juros considerados abusivos. Enquanto isto o processo corria em audiências, defesas e recursos até que o juiz julgasse ou as partes fizessem um acordo entre elas. Daí se propagava isto como redução de parcelas, porém o nome correto seria Revisão de Juros. A mera alegação da ocorrência de juros abusivos não encontra mais espaço na justiça. A livre iniciativa privada, aliada ao poder de escolha do consumidor enfraqueceram o principal fundamento utilizado na ação revisional de contratos de financiamento de veículos.

Como funciona a redução de parcelas?

Nem tudo está perdido! Independente de ação judicial ou não, sempre foi possível negociar a dívida com os credores, e no caso do financiamento de veículos, o acordo deve ser pago à vista, ou seja, você não consegue reduzir as parcelas, mas consegue reduzir o total da dívida.

Vale a pena tentar reduzir as parcelas?

É possível conseguir uma redução da dívida muito maior negociando do que ajuizando. Isto porque nosso judiciário não considera os juros abusivos, mas uma boa negociação poderá resultar em uma redução significativa no saldo devedor. O ideal é contratar um escritório para negociar a dívida extrajudicialmente possibilitando redução significativa no saldo devedor, independente o juros aplicados.

Como reduzir as parcelas antes do contrato de financiamento?

É importante esclarecer que só é possível negociar financiamentos em situação de inadimplência, portanto se você pretende financiar um veículo, a sugestão é que procure uma parcela que caiba em seu bolso, analise o juros aplicado e verifique o melhor momento para assumir o compromisso. Continue a leitura e veja outras dicas para quem deseja reduzir a parcela antes do financiamento.

Antes do Contrato:

6 Formas de Reduzir as Parcelas de Financiamento antes do Contrato:

  1. Não se precipite e não deixe a ansiedade dominar
  2. Compare os juros das financeiras
  3. Dê uma entrada maior
  4. Aumente o total de parcelas
  5. Escolha um veículo mais barato
  6. Faça uma amortização de juros
Parcelas Pesadas?

Após o contrato

Após o contratado o financiamento do veículo você deve procurar um escritório para negociar o saldo devedor caso não consiga pagar as parcelas em dia, isso porque, após a primeira inadimplência, o financiamento vira uma bola de neve e, entre fazer um novo empréstimo para atualizar as parcelas, ou perder o veículo para o banco, a melhor opção é propor o pagamento de um valor justo nas parcelas.

Fique atento também se sofrer redução na sua renda, ou se o vendedor lhe passou um valor errado antes da compra e, quando chegou o carnê, o valor da parcela foi maior. Se sofreu aumento de despesas, ou planejou mal a compra da veículo, procure o quanto antes um escritório para negociar o financiamento.

3 Formas de Reduzir as Parcelas de Financiamento após o Contrato:

1. Negociação pela Liberta Assessoria (Recomendada)

Benefícios de Contratar a Liberta Assessoria

A Liberta Assessoria é especialista em negociar e quitar dívidas de financiamento por meio de acordo. Quitamos seu débito à vista e você paga o valor reduzido parceladamente. Nosso ganho é a diferença entre o valor reduzido garantido e o valor que quitarmos com o credor. Nenhuma outra assessoria, além da Liberta, assume o risco do desconto em contrato. Outras opções, como negociar diretamente, não lhe proporciona a mesma margem de desconto, ou, contratar outro escritório, que requer a disponibilidade do valor à vista do acordo para pagamento.

Êxito de até 45% de DESCONTO

A Liberta tem ajudado milhares de pessoas a reduzirem seus financiamentos em até 45% de desconto. São mais de 6mil clientes satisfeitos e centenas de depoimentos gravados. Veja aqui (link canal do YouTube).

2. Negociação com o Banco

Renegocie a dívida:

Os bancos não são muito flexíveis com os clientes, mesmo porque, se concederem bons descontos, a maioria dos clientes vão buscar o mesmo. É possível negociar diretamente com banco a quitação da dívida com descontos de 15% em média.

Peça a revisão do contrato:

O consumidor tem o direito de revisar as cláusulas contratuais. Ainda existe a possibilidade de reduzir a parcela do seu financiamento. Isso ocorre porque não é apenas a prática da capitalização dos juros que pode ser discutida em juízo por meio da ação revisional. Existem outros artifícios utilizados pelos bancos que também são vedados por lei, como por exemplo a inserção de despesas acessórias no contrato (CADASTRO / TARIFA DE AVALIAÇÃO / SERVIÇOS DE TERCEIROS / SEGUROS). Algumas dessas tarifas podem ser consideradas abusivas, situação que assegura ao consumidor o direito de rever as cláusulas contratuais; Afastar essas cobranças do valor total financiado resulta na redução da dívida mas, dependendo do valor, não cobre nem os honorários do advogado.

Mude de banco:

De acordo com a legislação brasileira, o consumidor também tem a opção de mudar o financiamento para um banco que oferece juros menores, a portabilidade de dívidas é uma opção boa para os que fizeram um financiamento com grandes saldos devedores e a longo prazo. Mas, mesmo com as vantagens, deve-se ficar atento às taxas de cartório, que podem ser maiores que aos valores economizados, algo que anularia o desconto. O difícil mesmo é achar um banco com taxas de juros consideravelmente menores que a maioria.

Amortize as parcelas:

Os financiamentos do tipo CDC podem ser amenizados os juros ao antecipar o pagamento das parcelas. Isso ocorre porque os juros praticados no Brasil são compostos e sofrem acréscimo ao mês, portanto, a antecipação das parcelas resulta em abatimento do juros aplicado ao mês. As parcelas mais distantes são as que mais diminuem o valor.

Em último caso, aumente as parcelas através do refinanciamento.

No refinanciamento, você toma emprestado novamente o valor do primeiro financiamento mais os juros do primeiro financiamento abatido as parcelas pagas. Desta forma, você passa a pagar juros sobre os juros anteriores. Mesmo que as taxas sejam menores, o consumidor não deixa de pagar os juros contratados no primeiro empréstimo.

No geral, ao fazer um refinanciamento de veículos, você consegue taxas mais baixas e reduz o valor das parcelas, mas prolonga o tempo de pagamento para quitar o carro. Isto porque a redução das parcelas não se dá pela diminuição da dívida, e sim, pelo aumento do prazo de pagamento, pelo contrário, a dívida é acrescida de mais juros. No final final você acaba pagando bem mais do que pagaria no primeiro empréstimo.

3. Faça a revisão contratual

Como funciona a ação revisional?

Ação revisional é uma demanda encaminhada ao Poder Judiciário, tendo como objetivo principal a revisão das cláusulas do contrato de financiamento para o fim de redução das prestações, combatendo cobranças de jutos abusivos praticados por financeiras.

Uma situação que leva muitos consumidores a entrarem com uma ação revisional é pelo fato de financeiras elaborarem contratos de financiamento veicular em que o pagamento nunca é suficiente para diminuir os valores devidos.

Mesmo sendo suficiente, muitas das vezes, acontece em passos lentos, sendo menor que a porcentagem de juros cobrada mensalmente.

Por esse motivo, a Ação Revisional de Financiamento de Veículo é uma ferramenta jurídica que possibilita os consumidores de se protegerem contra processos abusivos no mercado.

Infelizmente, devido a práticas ilegais cometidas por profissionais do direito, a ação revisional passou a sofrer restrições pelo Poder Judiciário. Não sem razão, pois diversos abusos foram cometidos. Há, inclusive, acusações contra pessoas que tentaram transformar essa medida judicial em comércio, anunciando vantagens e oferecendo facilidades que muitas vezes não condizem com a realidade.

Além disso, para que o consumidor realmente tenha sucesso numa ação revisional de contrato de financiamento pela justiça, necessita muito mais do que apenas alegar a cobrança de juros abusivos por parte das financeiras. Isso porque há alguns anos a tese jurídica relacionada a capitalização de juros, ou seja, juros abusivos, não tem tido sucesso nos tribunais.

Portanto, a ação revisional demanda tempo, havendo custos com advogados e no final acabará resultando em uma grande dor de cabeça para o consumidor.

Dificuldade com as parcelas?

Como saber se os juros do meu financiamento estão abusivos?

Primeiro é interessante explicarmos sobre como funciona o Juros Compostos. A sua origem se dá em no ano de 1771 com o método de cobrança de juros apresentado por Richard Price, que conhecemos aqui no Brasil como Tabela Price. Este é um método que proporciona lucros exorbitantes aos credores, pois é aplicado juros sobre juros. E quanto maior o prazo, mais juros se paga porque o cálculo é exponencial. Para se ter uma ideia, o próprio Richard Price disse a seguinte frase sobre isto:

Um centavo de libra emprestado na data de nascimento de nosso Salvador a um juro composto de 5% teria, no presente ano de 1771, resultado em um montante maior do que o contido em duzentos milhões de Terras, todas de ouro maciço.

Richard Price

O Brasil ainda ocupa a liderança entre os maiores pagadores de juros reais do mundo.

O medo de juros abusivos é o que tem feito muitas famílias brasileiras não optarem por um empréstimo e acabarem deixando de realizarem sonhos de viagens e de ter algo que sempre quis.

Por isso vamos te ajudar. O primeiro passo para fugir de juros abusivos é sem dúvida ler com muita atenção as cláusulas do contrato. Ali consta a taxa de juros que será paga, como também o CET, que é o Custo Efetivo Total da operação.

Uma boa alternativa também é consultar o Banco Central, para ficar bem atualizado sobre as taxas médias cobradas por instituições financeiras no Brasil.

É possível conseguir essas informações acessando o site do Banco Central.

Na data da publicação desse artigo, a tabela do Banco Central relacionada a aquisição de veículos exibem taxas de juros que variam entre 1,14% e 3,70% ao mês.

Como se livrar de juros abusivos de financiamento?

Vimos que infelizmente não é possível reparar a abusividade dos juros judicialmente, apesar de ser um direito de todo consumidor de os juros serem abusivos de fato. No entanto é possível compensar esta abusividade através da negociação da saldo devedor.

Muitos tem optado por essa opção, negociando o saldo devedor, e tido uma redução significativa no valor e no número de parcelas. A Liberta Assessoria já garantiu até 45% de desconto a nossos clientes. Veja o depoimentos dos nossos clientes.

Fale com um consultor

A melhor maneira de pagar um valor justo no financiamento é contratar uma assessoria financeira que fará a negociação e a sub-rogação de sua dívida lhe garantindo desconto em contrato, independente do êxito da negociação. Entre em contato conosco e agende uma análise gratuita do seu contrato e veja o quanto é possível reduzir.

Parcelas em atraso?
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